<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title>Fides et Ratio - Latest Comments</title><link>http://franciscorazzo.disqus.com/</link><description>Francisco Razzo</description><atom:link href="https://franciscorazzo.disqus.com/comments.rss" rel="self"></atom:link><language>en</language><lastBuildDate>Mon, 09 Dec 2013 09:04:13 -0000</lastBuildDate><item><title>Re: Os prim&amp;oacute;rdios dos erros filos&amp;oacute;ficos e o excesso de certezas cient&amp;iacute;ficas &amp;ndash; parte primeira</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/10/30/os-primrdios-dos-erros-filosficos-e-o-excesso-de-certezas-cientficas-parte-primeira/#comment-1155885400</link><description>&lt;p&gt;E se eu sou sofro dessa disfunção psicológica, então por que tanta preocupação com o fato de terem sido bloqueados? Freud deve ter alguma "síndrome" que explique, não?&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">francisco razzo</dc:creator><pubDate>Mon, 09 Dec 2013 09:04:13 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Os prim&amp;oacute;rdios dos erros filos&amp;oacute;ficos e o excesso de certezas cient&amp;iacute;ficas &amp;ndash; parte primeira</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/10/30/os-primrdios-dos-erros-filosficos-e-o-excesso-de-certezas-cientficas-parte-primeira/#comment-1155866315</link><description>&lt;p&gt;Tive. &lt;br&gt;Mais alguma coisa?&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">francisco razzo</dc:creator><pubDate>Mon, 09 Dec 2013 08:42:04 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Os prim&amp;oacute;rdios dos erros filos&amp;oacute;ficos e o excesso de certezas cient&amp;iacute;ficas &amp;ndash; parte primeira</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/10/30/os-primrdios-dos-erros-filosficos-e-o-excesso-de-certezas-cientficas-parte-primeira/#comment-1155857762</link><description>&lt;p&gt;Por que eu quis.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">francisco razzo</dc:creator><pubDate>Mon, 09 Dec 2013 08:31:24 -0000</pubDate></item><item><title>Re: A competente humildade das mulheres e a ilimitada perversidade das vadias</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/08/14/a-competente-humildade-das-mulheres-e-ilimitada-perversidade-das-vadias/#comment-1139745960</link><description>&lt;p&gt;Essa papo de ser contra o machismo é de corno&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Thiago</dc:creator><pubDate>Tue, 26 Nov 2013 11:33:25 -0000</pubDate></item><item><title>Re: A competente humildade das mulheres e a ilimitada perversidade das vadias</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/08/14/a-competente-humildade-das-mulheres-e-ilimitada-perversidade-das-vadias/#comment-1002160142</link><description>&lt;p&gt;"Nem quero pensar na consequência lógica de um mundo onde já se começa queimando as pessoas."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este comentário me fez tremer ante as perspectivas...Muito bom texto...&lt;br&gt;Abs&lt;br&gt;Tiago&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Tiago C</dc:creator><pubDate>Thu, 15 Aug 2013 07:45:57 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Na Moral &amp;ndash; ou quanto custa a realidade?</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/08/05/na-moral-ou-quanto-custa-a-realidade/#comment-999102364</link><description>&lt;p&gt;Bom dia Francisco,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Excelente artigo. Meu nome é André sou graduando em história. Você poderia me indicar alguns títulos sobre este tema, pois neste campo estou totalmente mal informado.&lt;br&gt;Desde já agradeço. Abraço.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">André</dc:creator><pubDate>Tue, 13 Aug 2013 10:44:42 -0000</pubDate></item><item><title>Re: A nobreza dos ofendidos</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/07/11/a-nobreza-dos-ofendidos/#comment-962963159</link><description>&lt;p&gt;A atomização da sociedade e uma generalizada fraca coesão social&lt;br&gt; instituída pela ação de desconstrução cultural-antropológica levada a &lt;br&gt;cabo, tanto pela esquerda radical, como pelos neoliberais,irá deixar um enorme vazio espiritual no Ocidente,e quem preencherá este vazio ?&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Ruan Guilherme</dc:creator><pubDate>Mon, 15 Jul 2013 12:35:23 -0000</pubDate></item><item><title>Re: A nobreza dos ofendidos</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/07/11/a-nobreza-dos-ofendidos/#comment-960816596</link><description>&lt;p&gt;Obrigado pelas palavras, Mabus!&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">francisco razzo</dc:creator><pubDate>Sat, 13 Jul 2013 08:38:30 -0000</pubDate></item><item><title>Re: A nobreza dos ofendidos</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/07/11/a-nobreza-dos-ofendidos/#comment-960815678</link><description>&lt;p&gt;Lessandro, tudo bem?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa relação entre uma "consciência pessoal" e a expressão "Sorocaba é do Nosso Senhor Jesus Cristo" constitui uma relação do tipo "cultural" e não "religiosa". Não interesse se o totem foi colocado pela prefeitura, importa duas coisas: um representante da sociedade civil (vereador) solicitou o totem, houve discussão entre setores da sociedade para decidir a frase. A consciência pessoal a que estamos nos referindo é de qualquer sorocabano, brasileiro, portanto, membro da cultura ocidental que tem no "Cristo" um marco não necessariamente religioso, mas, como eu disse, civilizatório.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A expressão "Sorocaba é do Nosso Senhor Jesus Cristo" pode ser melhor entendida assim: "Sorocaba É X". Onde X substituirá "do Nosso Senhor Jesus Cristo". Agora, veja por qual dessas civilizações X pode ser substituído: Árabe, Assíria, Celta, Chinesa, Etíope, Maia, Japonesa, Persa, Egípcia, Ocidental, Turco-Otomana, Germânica, Hitita, Fenícia. Pra isso, se esforce um pouco e veja em qual delas a expressão "do Nosso Senhor Jesus Cristo" representa um marco civilizacional.... Agora veja o resultado: (a)"Sorocaba é da Civilização Árabe"? ou (b) "Sorocaba é da Civilização Assíria"? ou (c) "Sorocaba é da Civilização Turco-Otomana" ou... (d) "Sorocaba é da Civilização Ocidental".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O predicado "Do Nosso Senhor Jesus Cristo" não se refere a uma propriedade de caráter religioso, mas fundamentalmente delimita o âmbito em que nossa cultura foi fundada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abraços,&lt;br&gt;Francisco&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">francisco razzo</dc:creator><pubDate>Sat, 13 Jul 2013 08:37:12 -0000</pubDate></item><item><title>Re: A nobreza dos ofendidos</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/07/11/a-nobreza-dos-ofendidos/#comment-960447329</link><description>&lt;p&gt;Eu só não entendi uma coisa. Vc diz que "a simbólica expressão “Sorocaba é do Nosso Senhor Jesus Cristo” marca o vínculo fundamental da experiência de uma consciência pessoal com a cultura da qual a cidade participa historicamente e não uma confissão religiosa específica", mas o totem não foi feito pela prefeitura? Se esse for o caso, a que consciência pessoal estamos nos referindo? A do prefeito? Isso não seria problemático?&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Lessandro</dc:creator><pubDate>Fri, 12 Jul 2013 20:00:00 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Preparando aula de Filosofia &amp;ndash; 1: crit&amp;eacute;rios para uma boa defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/02/05/preparando-aula-de-filosofia-1-critrios-para-uma-boa-definio/#comment-960091923</link><description>&lt;p&gt;O problema da filosofia é que ela pressupõe uma definição.Ninguém contesta que filosofia implica mais o amor pela sabedoria do que o amor ao saber, nem que depois, por uma transição natural do amor para a sabedoria, surgiu a filosofia, que passou a significar a doutrina dos que apreciam a sabedoria e são denominados filósofos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Seria preciso poder restituir à palavra 'filosofia' sua significação original: a filosofia -- o 'amor da sabedoria' -- é a ciência de todos os princípios fundamentais; esta ciência opera com a intuição, que 'percebe', e não somente com a razão, que 'conclui'. Subjetivamente &lt;br&gt;falando, a essência da filosofia é a certeza; para os modernos, ao contrário, a essência da filosofia é a dúvida: o filósofo deve raciocinar sem nenhuma premissa (voraussetzungsloses Denken), como se essa condição não fosse ela mesma uma ideia preconcebida; é a contradição clássica de todo relativismo. Duvida-se de tudo, salvo da  dúvida." &lt;br&gt;&lt;b&gt;Frithjof Schuon&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"A filosofia,designa portanto,primeiramente,uma disposição prévia  requerida para alcançar a sabedoria,e pode designar também,por uma natural extensão,a procura que,nascendo dessa disposição,deve conduzir ao conhecimento.É então apenas um estágio preliminar e preparatório,um caminhar para a sabedoria,um grau correspondente a um estado inferior a esta.&lt;br&gt;O desvio que se produziu depois consistiu em tomar esse grau transitório pelo próprio fim,em pretender substituir a sabedoria pela filosofia,o que implica o esquecimento ou o desconhecimento da verdadeira natureza desta última."&lt;br&gt;&lt;b&gt;René Guenón&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"A filosofia é a reflexão crítica sobre o conhecimento e a cosmovisão. Ela pressupõe conhecimentos extensos, experiência da vida e um certo patrimônio de opiniões formadas que possam se tornar objeto de discussão.Sem isso, a discussão filosófica não tem matéria-prima e se torna puro confronto retórico vazio. Logo, não é atividade para crianças. O ensino da filosofia na escola secundária logo degenera em pura troca de opiniões, quando não em doutrinação ideológica rasteira.&lt;br&gt;Afilosofia em geral, como demonstrou brilhantemente Eric Voegelin, é elaprópria um dos tipos de experiência da ordem existencial que se sucedemno decorrer da História; e esse tipo é definido, precisamente, pela busca da ordem interior da alma como medida de aferição da ordem ou desordem na sociedade e na cultura. Ora, a ordem da alma supõe algum tipo de experiência da ordem cósmica ou divina que a precede e articula.&lt;br&gt; Traduzida nos termos práticos mais imediatamente acessíveis à experiência individual, a ordem divina aparece como um sentido da vida, na acepção que Victor Frankl dava ao termo. O sentido da vida, por sua vez, aparece sob a forma concreta de um dever, de uma missão a cumprir. A luta pelo cumprimento do dever instala na alma uma hierarquia de &lt;br&gt;prioridades que se torna, de um lado, a matriz criadora da personalidade adulta e, de outro lado, o órgão sensitivo com que essa personalidade apreenderá e julgará a ordem ou a desordem na sociedade. Eis o motivo pelo qual Aristóteles acreditava que só o spoudaios, "homem maduro", o ser humano adulto de personalidade bem desenvolvida, está capacitado para a participação frutífera na vida política, seja na condição de governante, seja na de cidadão – ou mais ainda na de filósofo."&lt;br&gt;&lt;b&gt;Olavo de Carvalho&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Ruan Guilherme</dc:creator><pubDate>Fri, 12 Jul 2013 13:32:43 -0000</pubDate></item><item><title>Re: A nobreza dos ofendidos</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/07/11/a-nobreza-dos-ofendidos/#comment-960007652</link><description>&lt;p&gt;Que bobagem,meu Deus! Mas,pelo menos, tem dignidade. Se não pode continuar uma conversa, é melhor não participar dela. Sabe, eu já pensei que a sociedade seria melhor sem homens como você. Mas estava totalmente errado! Homens como você, bolsonaro, feliciano etc... são até muito úteis para nós. Pois através de vocês a sociedade desenvolve anticorpos para combater homens como o führer, caso eles apareçam para comprometer o desenvolvimento da nossa sanidade cultural. É impressionante como a ignorância corrompe até espaços sagrados como as artes e a espiritualidade. Religião, que deveria ser algo voltado para o equilíbrio da sociedade, acabou se resumindo a um dos nossos principais pontos de discórdia. Graças, é claro, a mentes redutivas como a sua. Entretanto, não devo me preocupar... Não sei onde o tempo vai nos levar, mas sei que será para bem longe dos fantasmas do nosso passado selvagem.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Mabus Matrava</dc:creator><pubDate>Fri, 12 Jul 2013 12:52:17 -0000</pubDate></item><item><title>Re: A nobreza dos ofendidos</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/07/11/a-nobreza-dos-ofendidos/#comment-959676321</link><description>&lt;p&gt;Obrigado pela dica Ruan!&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">francisco razzo</dc:creator><pubDate>Fri, 12 Jul 2013 07:48:52 -0000</pubDate></item><item><title>Re: A nobreza dos ofendidos</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/07/11/a-nobreza-dos-ofendidos/#comment-959423645</link><description>&lt;p&gt;A tese da secularização provou-se falsa. Ao invés de diminuir, o número de pessoas que aderem às grandes religiões do mundo tem aumentado significativamente nos últimos anos:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/Gods-Century-Resurgent-Religion-Politics/dp/0393069265/ref=cm_cr_pr_pb_t" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="http://www.amazon.com/Gods-Century-Resurgent-Religion-Politics/dp/0393069265/ref=cm_cr_pr_pb_t"&gt;http://www.amazon.com/Gods-...&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este livro documenta um ressurgimento da religião na política global em relação à geração passada,e procura explicar o papel da religião na política global. O livro realmente oferece duas teses importantes. Primeiro, ele explica como as tendências como a democratização, modernização e globalização - longe de "matar" a religião - na verdade as transmitiu muito rapidamente. Em segundo lugar, os autores oferecem uma visão diferenciada do potencial da religião para transformar a política global, tanto para o mal e para o bem. Embora em grande parte do mundo industrial, a ascensão da religião foi visto com um misto de perplexidade, negação e alarme, os autores do livro ter tido o cuidado de apontar o porquê e como impacto a longo prazo da religião não pode ser instabilidade e conflito, mas uma maior valorização dos direitos humanos e uma maior possibilidade de paz.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Ruan Guilherme</dc:creator><pubDate>Fri, 12 Jul 2013 00:00:31 -0000</pubDate></item><item><title>Re: A nobreza dos ofendidos</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/07/11/a-nobreza-dos-ofendidos/#comment-958842875</link><description>&lt;p&gt;Claro Leonardo, uma honra!&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">francisco razzo</dc:creator><pubDate>Thu, 11 Jul 2013 13:16:21 -0000</pubDate></item><item><title>Re: A nobreza dos ofendidos</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/07/11/a-nobreza-dos-ofendidos/#comment-958838154</link><description>&lt;p&gt;Artigo simplesmente sensacional. Aliás, gostaria de publicá-lo no meu blog. Abraços.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Leonardo Bruno</dc:creator><pubDate>Thu, 11 Jul 2013 13:12:16 -0000</pubDate></item><item><title>Re: A nobreza dos ofendidos</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/07/11/a-nobreza-dos-ofendidos/#comment-958806054</link><description>&lt;p&gt;- Essa Cruz na parede me ofende - Disse o ateu&lt;br&gt;- Essa parede nua também me ofende - Disse o cristão&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Thiago</dc:creator><pubDate>Thu, 11 Jul 2013 12:43:21 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Fides et Caritas: o limite da exig&amp;ecirc;ncia te&amp;oacute;rica do evidencialismo ateu</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/01/16/fides-et-caritas-o-limite-da-exigncia-terica-do-evidencialismo-ateu/#comment-947855686</link><description>&lt;p&gt;Muita autoafirmação, apelo à autoridade e pouco conteúdo. Quando vá recorrer a algum autor, ao menos coloque a justificativa ou explicação do que ele já 'comprovou'; mandar o outro ler tal coisa, qualquer um faz, mesmo que ele próprio não tenha lido ou entendido o que leu. Não sei de onde tirou que o texto afirme que Deus é explicação de algum paradigma cientifico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sobre sua defesa antecipada para não pensarmos que é um esquerdista, imagine! Só porque você é um simpatizante do MPF, revoltado a qualquer critica ao mesmo; rotula quem discorda de sua opinião de fascista; se diz o parâmetro e exemplo de humildade alheio - embora carregue todo seu texto de desprezo, se preocupe muito com número de seguidores e da tentativa de impor superioridade no grito - por sua aversão a "pensamentos ultrapassados"... são detalhes.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">rodrigo</dc:creator><pubDate>Mon, 01 Jul 2013 08:46:56 -0000</pubDate></item><item><title>Re: A tirania da ignorância</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/06/30/a-tirnia-da-ignorncia/#comment-947384675</link><description>&lt;p&gt;Muito bom, parabéns.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Jose Arimateia</dc:creator><pubDate>Sun, 30 Jun 2013 18:51:02 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Fides et Caritas: o limite da exig&amp;ecirc;ncia te&amp;oacute;rica do evidencialismo ateu</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/01/16/fides-et-caritas-o-limite-da-exigncia-terica-do-evidencialismo-ateu/#comment-944789163</link><description>&lt;p&gt;É com essa pressuposto aqui: "A implementação da Tarifa Zero &lt;em&gt;pressupõe&lt;/em&gt; o financiamento indireto do serviço, da mesma maneira que os demais serviços públicos (como saúde, educação, segurança pública, etc) são financiados."&amp;gt; haha não é à toa a qualidade da educação pública, da política e da saúde".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Só um detalhe, chamar-me de fascista foi interessante, eu digo: nada no Estado, tudo contra o Estado, e tudo fora do Estado", justamente contrário ao lema do fascismo: "Tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado". E você ainda me acusa de fascista? hahah depois eu que sou patético.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">francisco razzo</dc:creator><pubDate>Thu, 27 Jun 2013 19:51:12 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Fides et Caritas: o limite da exig&amp;ecirc;ncia te&amp;oacute;rica do evidencialismo ateu</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/01/16/fides-et-caritas-o-limite-da-exigncia-terica-do-evidencialismo-ateu/#comment-944777065</link><description>&lt;p&gt;Quanto ao MPL só reproduzi o que seus coleguinhas andam dizendo por aí, vai reclamar com eles!&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">francisco razzo</dc:creator><pubDate>Thu, 27 Jun 2013 19:34:29 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Fides et Caritas: o limite da exig&amp;ecirc;ncia te&amp;oacute;rica do evidencialismo ateu</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/01/16/fides-et-caritas-o-limite-da-exigncia-terica-do-evidencialismo-ateu/#comment-944773148</link><description>&lt;p&gt;Você sequer entendeu o propósito do meu texto! Ainda vem dar-me lição de filosofia da ciência?&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">francisco razzo</dc:creator><pubDate>Thu, 27 Jun 2013 19:29:00 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Fides et Caritas: o limite da exig&amp;ecirc;ncia te&amp;oacute;rica do evidencialismo ateu</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/01/16/fides-et-caritas-o-limite-da-exigncia-terica-do-evidencialismo-ateu/#comment-944583569</link><description>&lt;p&gt;Olha meu caro, a defesa num ateísmos baseado em "falta de evidência" é tão ingênuo quanto a ideia na crença de algo "sem evidência".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estes slogans maltratados como, 'cientificismo', 'evidência', 'observação direta', não fazem mais parte a muito tempo do debate produtivo da filosofia da ciência e principalmente da própria ciência. Eles evidenciam-se em debates de leigos ou de filosofias antediluvianas da ciência.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Debates filosóficos sobre ontologia surgem muito esporadicamente na história da ciência, mais especificamente em períodos de crise, mas sem muita importância racional no debate (ver Kuhn, Laudan ou Lakatos). Servem para delimitar o campo de atuação dos programas científicos que serão seguidos pela comunidade científica. Também o debate sobre enunciados observacionais e teóricos estão ha muito tempo superados. Bom, mas isto não interessa (pelo menos à mim, mas pelo visto aqui sim).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas vamos entrar no seu joguinho: se eu fosse um patético ateu com um pouco de sagacidade, ao término de seu raso texto diria: "Bom, meu caro amigo você realmente provou que existe também 'falta de evidência' sobre nossos sentimentos! Se meu 'amor' e o seu 'Deus' estão no mesmo plano, então prefiro renegar a convicção da veracidade de meu amor pela minha amada. Se alguém me perguntar, 'e aí? você esta amando?', direi, 'sei lá, não tenho como saber, mas isto interessa?', voltarei para minha cama, tomarei nos braços minha amada e continuarei me deliciando. Posso continuar a gozar de minha felicidade sem parecer tolo tentando provar meu 'amor'. Do mesmo modo o senhor poderá gozar de sua felicidade batendo um papo com Deus, mas lhe pergunto, aguentaria abrir mão de enunciar a existência de Deus como verdade? Manteríamos o nosso saudoso critério de racionalidade de justificação que o senhor tão ingenuamente nos ensinou com sua falta de profundidade filosófica e científica, e seríamos felizes cada qual gozando de suas alegrias SILENCIOSAMENTE.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Voltando a falar seriamente, o critério que você propõe é raso e fantasioso. É devedora de uma filosofia positivista ultrapassada, mas que persiste em debates enfadonhos e tolos entre garotos ateus e tolos intelectualmente velhos e enferrujados que conservam hipóteses desnecessárias fora do discurso da comunidade científica afim de manterem tradições culturalmente e intelectualmente desfuncionais e ultrapassadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Simplesmente meu caro, a utilização de 'Deus' como explicação não existe em nenhum paradigma científico atual. É simplesmente desnecessária e uma hipótese ad hoc para as teorias atuais. Não se trata simplesmente de dizer se existe ou não, como você tentou dizer na sua caricatura, mas de um problema metodológico das nossas melhores teorias existentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A utilização de um método universal e a-histórico (como a grande 'Evidência' observável) não existe e nem interessa à ciência, pois cada paradigma faz parte de um amplo leque de compromissos sobre o que é um problema relevante, o que existe, e o que é uma anomalia teórica relevante, além de muitos outros. Vou dizer mais uma vez, é simplesmente irrelevante, fora da linguagem e dos métodos empregados pelas melhores teorias que temos atualmente. Não é nem um 'problema resolvido', nem um 'problema a ser solucionado', nem mesmo uma 'anomalia' (leia Laudan, por favor). Simples assim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma escolha racional é simplesmente a escolha de teorias que sobreviveram num tempo t a testes rigorosos. Mas, isto não significa dizer que elas são completas nem justificadamente verdadeiras, e sim que é nossa melhor alternativa, ao menos temporariamente. Entende a diferença entre esta posição falibilista do racionalismo crítico e o fundacionismo ingênuo que faz parte de debates bobos sobre 'cientificismo' e religião?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Você utilizou um critério quimérico de justificação como a evidência perceptual, chegando a ranger a ferrugem dentro de meus ouvidos. Tolo engano dos filósofos ultrapassados que debateram ciência baseando-se em termos subjetivos de 'proposições factuais' ou 'teóricas'. Indico o livro introdutório de Alan Chalmers "A fabricação da ciência" para que você leia urgentemente e entenda que estes temas como, "dá para ver diretamente ou não", está ultrapassado, não passando de brincadeira de filósofo de sala para assustar os intelectualmente infantis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estipulando o critério da evidência como observação ou experienciação o senhor se utilizou do debate sobre as 'qualia', tema próprio da filosofia da mente, com o intuito de desqualificar o nosso tolo ateu. Mas o cerne do problema deste campo não é sobre a existência do 'amor' ou do 'tesão', ou seja lá o que você queira estudar da psique humana, mas em como estudá-lo diretamente, como traduzi-lo para o público (que é o campo da linguagem científica) sem perder a essência privada e qualitativa do objeto. Como demonstrou John Searle, só um homem muito tolo ou um pseudointelectual mau caráter duvidaria da existência de seus próprios sentimentos e dos outros (se você leu a 'Redescoberta da mente' por favor leia novamente e se não leu, leia urgentemente).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seu texto é pobre e inútil, pois começa com o erro de se utilizar de um espantalho caricatural fantasioso e no fim se enforca com sua própria criatura, pois o 'happy end' é composto de dois tolos crendo injustificadamente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Obs: antes que eu me esqueça, eu tive conhecimento do senhor ao ler um texto seu na gazeta do povo sobre o MPL e devo dizer que causou-me tanto assombro que vim até sua página para tirar prova se realmente o senhor era realmente intelectualmente desonesto. Devo dizer que infelizmente o senhor é uma lástima.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para tentar ajudá-lo a salvar sua alma política fascista e se retratar vou lhe passar o site da MPL onde você poderá ler mais sobre o movimento e as propostas verdadeiras que o senhor difamou com sua técnica habitual de fazer caricaturas fantasiosas, como dizer que o MPL não tinha propostas práticas e que simplesmente dizia "isto não é problema nosso". &lt;a href="http://tarifazero.org/2011/05/20/sobre-a-viabilidade-economica-da-tarifa-zero-em-florianopolis/" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="http://tarifazero.org/2011/05/20/sobre-a-viabilidade-economica-da-tarifa-zero-em-florianopolis/"&gt;http://tarifazero.org/2011/...&lt;/a&gt; .&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antecipando seu ataque, infelizmente devo dizer que eu não sou do MPL nem sou seu simpatizante, muito menos sou socialista e nem mesmo comunista, mas também não sou fascista enrustido-maquiado em slogan de conservador.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sugestão: faça como eu e seja humilde não escrevendo bobagens ao mundo inteiro. Participe simplesmente de conversas e debates privados. Não julgue ser inteligente quando está-se num mundo de ignorantes (isto deve valer para seus 59(!) seguidores e os leitores que deram aquele sorrisinho no final de seu texto ridículo da Gazeta do Povo pensando, "realmente, olha aí estes terroristazinhos que não sabem nem o que estão falando!")&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Heley de Sá Teixeira</dc:creator><pubDate>Thu, 27 Jun 2013 16:48:02 -0000</pubDate></item><item><title>Re: O cochilo de um gigante e o pesadelo de uns nanicos</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/06/19/o-cochilo-de-um-gigante-e-o-pesadelo-de-uns-nanicos/#comment-942955092</link><description>&lt;p&gt;Edson, você está com problemas sérios de interpretação de texto!&lt;br&gt;Se você não concorda com minha opinião, ora, refute meu pressuposto. Dizer que não concorda por que é tendenciosa é que não contribui em nada pra reflexão, portanto vc comente exatamente aquilo do que vc me acusa! Estou aberto à críticas, mas mimimi não!&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">francisco razzo</dc:creator><pubDate>Wed, 26 Jun 2013 10:57:37 -0000</pubDate></item><item><title>Re: O cochilo de um gigante e o pesadelo de uns nanicos</title><link>http://www.franciscorazzo.com/2013/06/19/o-cochilo-de-um-gigante-e-o-pesadelo-de-uns-nanicos/#comment-942877498</link><description>&lt;p&gt;e porque você acha que tem que está com a razão, e sua "contribuição" é plenamente verossímel? Não concordo com sua opinião tendenciosa, como é toda opinião inclusive a minha. Sua fala é um dogma?&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edson Leandro de Almeida</dc:creator><pubDate>Wed, 26 Jun 2013 09:38:16 -0000</pubDate></item></channel></rss>